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10 junho 2018

Cães: Dermatite em cachorros e gatos


O que é dermatite?


É bastante comum que nossos pets sejam diagnosticado com dermatite, mas afinal, o que é essa doença? As dermatites nada mais são do que uma inflamação da derme que pode acontecer por diversos motivos, apresentar diferentes formas e ser de vários tipos. As dermatites podem acometer qualquer ser vivo que possua pele, ou seja, nem mesmo nós, humanos, estamos livres deste problema. Da porção externa para a interna de nosso corpo, a derme é a segunda camada que constitui nossa pele, portanto, feridas bastante superficiais acontecem na epiderme (primeira camada) e não devem ser chamadas de dermatites.
Algumas raças de cachorro e gato são mais predispostas às dermatites e isso normalmente se deve a fatores genéticos (como dobras em excesso, por exemplo), tipos de pelagem (alguns animais mais peludos tendem a ter mais problemas de pele), umidade (banhos em excesso ou secagem realizada de maneira inadequada), entre outros. Pets muito  alérgicos também costumam enfrentar as inflamações da derme com mais frequência por, naturalmente, já serem mais sensíveis e comumente terem uma imunidade um pouco mais comprometida.

Sinais de dermatite em cachorros e gatos

Se coçar insistentemente e apresentar queda intensa de pelos com algumas lesões pelo corpo são sinais comuns de dermatite, porém existem outras condições de saúde que podem resultar nesses indícios, sendo necessária a avaliação de um médico veterinário para dizer que seu pet está ou não com a inflamação.
Pegar seu pet se lambendo e/ ou se mordendo de forma constante em alguns locais do corpo também podem indicar dermatite, porém isso acontece também quando há a presença de parasitas externos, como pulgas e carrapatos, também sendo indicado procurar a ajuda de um especialista.

Tipos de dermatite

Como dito anteriormente, existem diversos tipos de dermatite e identificá-las pode ser um desafio até mesmo para alguns médicos veterinários. Às vezes muito parecidas, pode ser necessário encaminhar o pet para um dermatologista quando os tratamentos convencionais não demonstram o resultado esperado.

Dermatite alérgica

Podendo ocorrer por inúmeros fatores, as dermatites alérgicas acontecem pouco tempo depois do animal ter tido contato com um agente que lhe cause alergia. Sua identificação é importante para que o quadro não se agrave e que não passe a se repetir com frequência. As dermatites alérgicas podem acontecer por produtos químicos (como os de limpeza), tecidos (roupas e cobertores, por exemplo), materiais de construção (como cimento e areia), alimentos e até por medicamentos.

Dermatite alérgica por picada de pulga (DAPP)

Cachorros e gatinhos alérgicos a pulgas apresentam um tipo de dermatite muito característico, com perda de pelos e feridas especialmente no dorso e no rabo. Em casos extremos, uma única pulga é capaz de fazer um grande estrago na pele do animal, sendo fundamental realizar um controle sério e frequente. Cães com coceira em grande intensidade podem apresentar, além dos sinais visíveis, irritação e agressividade.

Dermatite infecciosa

Causada por fungos e bactérias, pela presença de infecção, estes tipos de dermatites tendem a ser mais “molhados”, com cheiro forte e localizadas. Causam dor e muito incômodo ao animal, que pode dificultar o tratamento por conta da necessidade de manipulação constante para o tratamento.

Dermatite úmida (hot spot)

Uma das dermatites mais comuns na clínica de pequenos animais, a dermatite úmida costuma ter forma arredondada, é dolorida e contém pus. Suas bordas são bem definidas, porém se não tratada, a infecção cresce e se espalha para outras partes do corpo do pet.

Dermatite autoimune

Um dos tipos mais difíceis de serem tratados, a dermatite autoimune ocorre por uma desregulação do próprio organismo do cachorro ou gato, que passa a ver as camadas da pele como ameaças (não as reconhecendo como parte do corpo) e “atacando” a derme.

Dermatite por lambedura

Gatos e cachorros que se lambem em excesso podem desenvolver o que é conhecida como dermatite por lambedura. Isso costuma acometer pets ansiosos com mais frequência por terem o hábito de lamber seus pelos para aliviar o estresse quando se sentem incomodados com alguma situação. Como a saliva possui diversos microrganismos (especialmente bactérias) que não são comuns à pele, o problema pode se instalar com facilidade.

Pododermatite

As “dermatites de pés”, ou seja, aquelas que acometem as patinhas, apenas, são complicadas de serem tratadas e causam muito incômodo para os pets. Nelas, há presença de lesões entre os dedos do peludo, com muita coceira, normalmente.

Como prevenir dermatites

Apesar de alguns cachorros e gatos serem naturalmente mais propensos a desenvolver dermatites (inclusive de forma recorrente), na maioria dos casos podemos prevení-las com higiene, banhos, inspeções e secagem adequados. A dica aqui é sempre que possível, especialmente quando estiver fazendo um carinho em seu peludo, aproveite o momento para ver se ele possui pulgas e/ ou carrapatos, lesões de pele, falta de pelo em determinadas regiões ou outras anormalidades que merecem atenção.
Quando der banho nele (mesmo que num pet shop), certifique-se de que ele foi bem seco. Se ele é gordinho ou é de uma raça que naturalmente possui “dobrinhas”, o zelo precisa ser redobrado, uma vez que essas camadas a mais podem ser um prato cheio para o desenvolvimento de fungos e bactérias. Se seu filho de quatro patas adora nadar ou tomar chuva, não permita que ele se seque sozinho, utilize uma toalha e o secador para auxiliá-lo nesta tarefa.
Mudanças comportamentais podem indicar problemas de saúde. Se seu cachorro ou gato está se lambendo e/ ou coçando mais do que o habitual, converse com um médico veterinário. Essa é uma informação importante que normalmente é deixada de lado pelos tutores.

Como tratar dermatites em cachorros e gatos

tratamento das dermatites tende a ser um pouco longo e consiste, normalmente, no uso de antissépticos, antibióticos ou shampoos terapêuticos. O tipo de medicamento a ser utilizado depende do grau e do tipo do problema. É recomendado, na maioria dos casos, tosar o animal ou parte da lesão para facilitar a aplicação de produtos tópicos, como pomadas e sprays.
Olá, pessoal!!! Tudo bem? =D Quem tem seus pets, ama e quer saber mais para cuidar melhor deles. Essa matéria sobre a dermatite deles é show, pois infelizmente é um probleminha que de vez em quando aparece neles. Espero que tenham gostado também!!! Comentem, amores!!! Até breve. E boa semana para todos!!! Beijinhos ;*
Fonte: https://www.petlove.com.br/dicas/o-que-e-dermatite

Suene Fernandes

26 janeiro 2018

Cães: 9 cuidados com o pet no verão

9 cuidados com o pet no verão



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Por Thalita Galizia, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
A estação mais aguardada para curtir o dia com os amigos, família e, claro, com nossos bichinhos chegou! Mas não podemos nos esquecer de tomar alguns cuidados durante o verão.
Se você for sair com o seu pet para dar uma volta na rua procure sempre passear em horários mais frescos, como na parte da manhã, antes das 10 horas, ou no fim da tarde, depois das 17 horas.
Preste atenção no asfalto ou na areia e verifique se não está muito quente, para não queimar as patas do bichinho. Também não se esqueça de levar uma garrafinha de água para oferecer ao amigo durante o passeio.
Eles não transpiram como nós, através da pele, por isso é importante observar se o animal se apresenta muito cansado. A perda de calor, nos cães, ocorre pelos coxins das patas (aquela parte que parece uma almofadinha) e pela boca.
Alguns cachorros, os braquicefálicos, têm certa dificuldade de perder calor, pois possuem o focinho mais curto e requerem cuidados redobrados no verão.
Se o seu cão precisa usar focinheira, opte pela de grade, assim ele conseguirá abrir a boca para arfar e perder calor. Nunca, em hipótese alguma, deixe o seu cão sozinho dentro do carro e nem com a janela aberta. O carro, no calor, esquenta rapidamente podendo fazer com que o cão sofra um aumento alto de temperatura corporal e venha a óbito.
Sempre mantenha água fresca à disposição do amigo, seja onde for. No calor, você também pode colocar mais potes de água pela casa com uma ou duas pedras de gelo.
Além disso, colocar os brinquedos do pet no congelador pode deixá-los bem mais atrativos quando a temperatura está mais elevada, assim ele brinca e se refresca ao mesmo tempo.
Como no verão ocorre um aumento de pulga e carrapato nos peludos, certifique-se de que o seu melhor amigo esteja devidamente protegido.
Após todos os cuidados recomendados, boas férias e divirta-se com o seu pet!

Olá, pessoal! Tudo bem? =D Quem tem pets sabe que no verão os cuidados são redobrados, eu amei essa matéria! Espero que tenham curtido as dicas também!!! ^^ Comentem, amores!!! Até breve. Bom final de semana!! Beijinhos ;*
Fonte: http://caocidadao.com.br/dicas/9-cuidados-com-o-pet-no-verao/

Suene Fernandes

13 novembro 2017

Cães: Como separar uma briga de cachorros

Como separar uma briga de cachorros


Pode ser que você nunca passe por isso. Mas também pode acontecer de o seu cachorro se meter em uma briga, ou ainda de você presenciar dois cachorros brigando na rua. Como bons amantes de animais que somos, nunca presenciaríamos um animal se machucando e não faríamos nada, certo? Separar uma briga de cachorros pode ser arriscado, por isso é importante conhecer algumas medidas que te permitirão separar os dois brigões com o máximo de segurança e evitar que uma tragédia aconteça.

Evitando as “tretas”

Separar uma briga de cachorros é uma experiência da qual você espera nunca ter que passar. Por isso, a melhor maneira de evitar isso é com a prevenção. Os cachorros apresentam alguns sinais quando estão incomodados ou nervosos com a presença de outro animal.
Pelos eriçados, rosnados, dentes a mostra, corpo enrijecido e a cauda baixa. Se presenciar essa atitude no seu cão ou em algum outro cachorro, é hora de dar meia volta. Afastar os dois animais e tirá-los completamente do campo de visão um do outro.
Animais do mesmo sexo costumam se enfrentar mais. Dois machos brigam por dominância. Duas fêmeas brigam por pura rivalidade (essas brigas podem ser extremamente violentas no mundo animal). Já um macho e uma fêmea, por haver diferença de força entre eles, a briga pode ser mais fácil de separar. No entanto, em uma briga entre cachorros, uma mordida num local específico pode ser fatal, por isso não podemos bobear em nenhum dos casos.

Como separar uma briga de cachorros

Caos instaurado. Você está diante de dois cachorros que estão brigando. Eles rosnam, mostram os dentes e se mordem. A primeira reação que você tem é a de ficar extremamente nervoso e puxar um dos cachorros (ainda mais se um dos brigões for seu filho peludo). Pois essas atitudes são as piores que você poderia ter numa situação dessas. O que você deve fazer:
 Manter a calma. Os animais são muito sensitivos e ter mais um ser angustiado no meio de uma briga só vai aumentar ainda mais a tensão.
 Faça barulho. Muito barulho. Bata palmas, bata os pés, use latas ou potes para fazer um estardalhaço e tirar o foco dos cachorros deles mesmos. Evite, no entanto, gritar. Sua voz vai aumentar a tensão. Ruídos serão muito mais eficazes.
 JAMAIS bata ou chute o cachorro. Violência gera violência e você só vai aumentar ainda mais a raiva do animal, fazendo com que ele fique mais agressivo com o outro animal e com você mesmo.
 Jogue água. Água não machuca, não estressa, mas costuma assustar os animais. Uma mangueira, uma garrafa de água ou o próprio pote de água do seu cachorro que esteja do lado serve para você mudar o foco da briga. Jogar água nos cachorros fará com que eles se separem momentaneamente levados pelo susto e assim, você terá condições de afastar os cachorros.
 Você deve separar os cachorros para que tenha condições de tirá-los do campo de visão um do outro. Por isso, use algum objeto (resistente) para colocar entre eles. Vale qualquer coisa: uma vassoura, lixeira, um galho… desde que seja grande o suficiente para que sua mão não chegue perto da zona de conflito.

 Se o cenário for muito feio e você perceber que um dos cachorros mordeu o outro e não quer soltar, pegue as patas traseiras do animal e levante ele. Mas seja bem rápido nesse movimento, ou o cachorro pode acabar te mordendo.
 Nunca puxe a coleira do cachorro. Na hora de uma briga o animal está levado pelo instinto e ele só vai perceber quem é “amigo” e quem é “inimigo” depois de já ter avançado. Por mais que você conheça muito bem o seu animal e saiba que ele é manso, não chegue perto dos dentes afiados de dois cachorros brigando.

Depois da briga

Assim que conseguir separar os encrenqueiros, você deve levar o animal ao veterinário. Mesmo que superficialmente ele não apresente nada além de um arranhão, é bom verificar se os órgãos internos estão intactos ou mesmo ter a certeza de que seu cão não teve nenhuma fratura.
Olá, pessoal!!! Tudo bem com você? =D O que acharam da matéria de hoje? Gostaram? ^^ Quem tem mais de um pet em casa, sabe que em alguns casos nas primeiras semanas de convivência pode dar "treta". Não é verdade? srsr Espero que tenham gostado também!!! Comentem!! Até breve, amores!! E boa semana para todos!!! Beijinhos ;*
Fonte: https://www.petlove.com.br/dicas/como-separar-uma-briga-de-cachorros

Suene Fernandes

04 outubro 2017

Cães: 10 raças mais teimosas e difíceis de ensinar


10 raças mais teimosas e difíceis de ensinar


Educar um cão é relativamente fácil se você souber os princípios básicos do adestramento: ignorar coisas erradas e premiar atitudes corretas. Nem todo mundo tem paciência e acaba fazendo tudo errado, dando bronca no cachorro sempre, esquecendo de premiar quando ele acerta.

Algumas raças são mais fáceis de ensinar que outras, principalmente aquelas que estão no topo do ranking de inteligência. Essas raças, como GoldenLabradorPoodlePastor Alemão e Border Collie, aprendem com muita facilidade e entendem o que o dono quer em poucas repetições.

Outras raças são realmente difíceis de ensinar. Algumas por serem muito teimosas e geniosas, outras porque simplesmente não compreendem tão facilmente o que o dono está querendo.
 
O educador Gustavo Campelo ensina nesse vídeo como educar o cachorro:



Raças mais difíceis de adestrar

1. Beagle

O Beagle é um dos cães mais difíceis de educar. Eles simplesmente tem uma personalidade muito forte e fazem o que querem a hora que querem, desafiando os donos o tempo todo. Veja aqui o perfil completo do Beagle.
 
beagle
 
 

2. Bulldog Inglês

 
Bulldogs são bem teimosos e é comum fingirem que não estão ouvindo o dono quando este tenta impor alguma regra. Veja aqui o perfil completo do Bulldog Inglês.
 
bulldog ingles
 
 

3. Dachshund

 
Dachshund acham que são grandes e é comum se meterem em briga com cães muito maiores, porque eles não tem noção do seu tamanho. Veja aqui o perfil completo do Dachshund.
 
dachshund
 
 

4. Jack Russell Terrier

 
O Jack Russell é durão, inteligente e tem muuuuita energia. Se o dono não tiver pulso firme e não for um bom líder, o Jack Russell irá comandar o pedaço. Não é uma raça indicada para quem nunca teve cachorro. Veja aqui o perfil completo do Jack Russell.


jack russell terrier

5. Rottweiler

 
O Rottweiler é muito inteligente, mas tem tendência à dominância. Se o dono não se impuser como líder e não ditar regras claras, o Rottweiler tende a dominar o local e a família. Quando bem educados, são muito dóceis. Veja aqui o perfil completo do Rottweiler.
 
rottweiler
 
 

6. Dogo Argentino

 
O Dogo é uma raça independente e com muita energia. Precisa fazer muito exercício e ter um líder firme para que seja obediente. Veja aqui o perfil completo do Dogo Argentino.
 
Dogo Argentino
 
 

7. Shar Pei

 
O Shar Pei é um cachorro independente e pode ser desconfiado. Precisa de muita socialização por toda a sua vida, começando desde filhote. Pode querer tomar o controle da situação se não tiver um líder assertivo. Veja aqui o perfil completo do Shar Pei.
 
shar pei
 
 

8. Afghan Hound

 
O Afghan Hound é um cachorro sensível e pode se sensibilizar demais ao levar uma bronca. Por isso, é preciso certa experiência para lidar com essa raça. É o último lugar do ranking de inteligência. Veja aqui o perfil completo do Afghan Hound.
 
afghan hound
 
 

9. Scottish Terrier

 
Essa é uma raça que escolhe um dono na casa e será seu companheiro fiel. Mas, esse dono precisa ser seu líder, ou ele pode se tornar um cão problemático e ciumento.
 
scottish terrier
 
 

10. Weimaraner


O Weimaraner é muito inteligente e por isso precisa de treinamento diários. Truques, caçadas, trilhas… Coisas que façam o cérebro dele funcionar. Senão pode ficar bem frustrado e começar a desobedecer e a fazer coisas erradas. Veja aqui o perfil completo do Weimaraner.

weimaraner


O fundamento principal pra uma boa educação é ser o líder do cachorro, assim ele fica tranquilo, relaxado e conectado com você.

Veja o que o terapeuta de cães Bruno Leite diz a respeito da liderança:


Olá, pessoal!!! Tudo bem? =D O que acharam da matéria de hoje? Quem tem um desses cães ou mesmo outros e tem dificuldades de adestramento, e até quem tem curiosidades sobre o assunto, tenho certeza que adorou esse post. Eu amei! Tenho uma poodle que as vezes não obedece. srsr ^^ Espero que tenham gostado também!! Comentem, amores!! Até breve. Beijinhos ;*
Fonte: http://tudosobrecachorros.com.br/10-racas-mais-teimosas-e-dificeis-de-ensinar/


Suene Fernandes

23 agosto 2017

Cães: Transporte de animais no carro

Transporte de animais no carro


Seja para uma viagem longa, uma ida ao veterinário ou apenas um passeio na casa da vovó, muito provavelmente alguma vez na vida você vai andar de carro com seu animalzinho. Mas o transporte de animais no carro exige alguns cuidados em prol da segurança, para isso existem leis que obrigam os motoristas a prestarem atenção nestes cuidados, sob a pena de multas.
Mas hoje em dia existem inúmeras soluções para você fazer uma road trip com seu peludo sem perigo e dentro da lei.

Por dentro da lei

Segundo o CTB (código de transito brasileiro) a Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997 possui alguns artigos que se aplicam ao transporte de animais no carro. São eles:
Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados:
Infração – grave;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – retenção do veículo para transbordo.
Se o motorista infringir essa lei, ele pode perder até 5 pontos na carteira, além de pagar uma multa de R$127,69 e até mesmo ter o carro apreendido!!
Art. 252. Dirigir o veículo:
 II – transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas;
Infração – média;
Penalidade – multa.
Muito comum as pessoas levaram o animalzinho no colo e ainda deixá-lo curtir o vento com a cabeça para fora. Pois é, mas isso pode gerar uma multa no valor de R$85,13 (além do perigo).
Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
Infração – leve;
Penalidade – multa.
Se o animal está solto no carro, ele oferece risco ao motorista, podendo tirar a atenção do mesmo da direção. Ficar andando de um lado para outro, pular no colo do motorista, entre outras trapalhadas típicas dos nossos bichinhos, podem causar acidentes e por isso entram nesse artigo de lei, gerando uma multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira.

Formas seguras no Transporte de animais no carro

O transporte indevido do seu animalzinho no carro não causa apenas a perda de pontos na carteira e uma multa para pagar, isso pode gerar acidentes graves e colocar em risco a sua segurança e a do seu pet.
Por isso hoje em dia existem algumas ferramentas que permitem levar seu bichinho para passear de carro de forma segura e confortável.

Caixinha de transporte

Essa sem dúvida é a forma mais indicada e segura: colocar seu cachorro ou gato dentro da caixinha rígida e prender a alça com o sinto de segurança. Pronto! Seu pet vai estar seguro e confortável dentro da casinha e ela ficará bem presa por conta do sinto, evitando o risco de se soltar ou tombar. Lá em casa é assim que a Sunny passeia de carro (e olha que ela ama).
Esse método é o mais indicado para o transporte dos gatos (me atrevo a dizer que até o único). Felinos odeiam mudanças, ainda mais se for para ficar chacoalhando de um lado para o outro na estrada. Na caixinha ele se sentirá bem protegido e, por ser um ambiente firme, quase não vai sentir o remelexo do carro.
Claro que, para isso funcionar, seu animal deve estar habituado a andar dentro de uma dessas caixinhas, mas é fácil treiná-los e a adaptação é bem rápida. Inclusive neste post aquisobre transporte de cachorros em avião, eu comentei algumas dicas de como fazer essa adaptação.

Cadeirinha

Essa pode ser uma boa opção se o seu animalzinho não curtir muito ficar preso dentro da caixinha, já que permite uma sensação maior de liberdade.
Funciona assim: a cadeirinha (que é praticamente um cestinho) vai presa no banco do carro e o animalzinho preso pela coleira dentro dessa cadeirinha.
São recomendadas para cachorros pequenos até uns 10 quilos. Gatinhos também podem andar desta forma, mas acho que estressaria ainda mais o bichinho =/, para eles a caixinha ainda é a melhor opção.

Imagem em: s03.video.glbimg.com/x720/3806730.jpg

Cinto de segurança.

Para cachorrinhos de todos os tamanhos, especialmente os grandões, o cinto de segurança é uma ótima opção.
É como se fosse uma guia normal que você prende direto no lugar que prende o cinto do carro.
Muitas pessoas prendem a guia normal do cachorro no cinto de segurança do carro e isso é errado e perigoso da mesma forma. O cinto para transporte de animais é especial para isso e possui um tamanho que faz com que o cachorro fique firme e não tenha liberdade no banco de trás (o que pode atrapalhar o condutor).
Existem modelos que prendem na coleira, mas o peitoral seria o mais indicado pela segurança do próprio cachorrinho. Mas lembre-se de comprar um produto de qualidade para que cumpra os objetivos dele, que é manter seu animal seguro caso aconteça algum acidente.

Grade de segurança

Se o seu animal é muito grandão, além do cinto, você deve providenciar uma grade de proteção. Existe de diversos materiais e formatos. Ela é colocada entre o banco de trás e a parte da frente do carro. Assim, seu cachorrão curioso não vai conseguir colocar a cabeça do seu lado para xeretar se você está dirigindo bem, evitando assim, motivos para sua distração.
Mesmo com todos os aparatos de segurança e tudo nos conformes dentro da lei, não é todo bichinho que curte um passeio de carro. Por isso lembre-se sempre de deixar o carro bem ventilado e fresquinho, não dar muita comida antes de fazer uma viagem um pouco mais longa e, se seu animal não gostar mesmo desses passeios, não força-lo para evitar um estresse ao bichinho.
Olá, pessoal!!! Tudo bem? =D O que acharam da matéria de hoje? Eu levo muito meu bebê peludo(Bellinha) pra passear de carro, e adorei essa matéria. Espero que tenham gostado também!!! Comentem, amores!!! Até breve. Beijinhos ;*
Fonte: https://www.petlove.com.br/dicas/transporte-de-animais-no-carro

Suene Fernandes